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Apesar da morte do presidente, a ANS
manterá o "regime especial" para tentar evitar a falência da
companhia. São R$ 70 mi em dívidas
A morte do empresário ocorre em meio a uma grave crise financeira
que atinge a Samcil. A operadora está sob regime especial da
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - espécie de
acompanhamento administrativo - desde janeiro deste ano. A ANS
tenta ajudar a instituição a sair da crise e evitar a falência.
Segundo informou o Valor Econômico, a operadora colocou à venda
três hospitais para sanar dívidas que somam cerca de R$ 70 milhões.
Os três hospitais são o Santa Marta, que fica no bairro paulistano
de Santo Amaro, o Santo André e o Jardim, estes últimos situados na
região do ABC paulista.
Procurada, a ANS afirmou que a operação de regime especial continua
apesar da morte do presidente da empresa. Caso não seja possível
recuperar a companhia, a companhia poderá ter de vender ou doar a
sua carteira de clientes a outro convênio. A operadora possui cerca
de 244 mil beneficiários na Grande São Paulo.
A Samcil, até o momento, também não se pronunciou sobre a morte de
Luiz Roberto Pinto.
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